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A INSTITUIÇÃO GRÊMIO VENCEU

Escrito por em 11 de setembro de 2020

Era quase hora do meu almoço. Mentira, eu almoço sempre por volta das 13h. Então, digamos que eu estava prestes a aquentar meu almoço, pra deixar minhas conjecturas em redes sociais engatilhadas, e depois sim requentar meu almoço.

Eis que me chega uma informação: “Romildo desceu ao vestiário. Não saiu um de lá sem feder a mijo. Inclusive o ‘estátua Portaluppi’. Vai por mim, o Grêmio vai arrastar a bunda contra o Bahia!”

Essa notícia trouxe-me um alento. Mas evitei propagá-la, apenas lancei em grupos confiáveis momentos antes da partida. Entendedores saberão que não foi hoje isso, e sim no dia seguinte àquela jornada vexatória diante do miserável Atlético Goianiense.

Pois bem. Veio o jogo contra o Bahia, a promessa de que a postura seria outra. O Grêmio não fez uma grande partida, mas “arrastou a bunda”, conforme o enunciado, e venceu, conforme a capacidade do time, mesmo recheado de reservas.

Destaques? Vanderlei, por mim e boa parte da torcida contestado, pegou muito por baixo, embora ainda deficiente na saída pra bola aérea, apesar de seus 4,73m de altura. Orejuela, o grande achado do Grêmio em meio aos escombros do Cruzeiro, dificilmente abrirá brecha pra Ferraz ser titular (e isso é bom, pois temos dois baita laterais). A dupla de zaga foi firme. Cortez me nego a comentar, e por fim, o meio-campo.

Darlan. O ponto de equilíbrio que nos faltava. Gosto do futebol do Lucas Silva, mas ele e Matheusinho se sobrepõe. Nenhum dos dois é o “5”. Darlan é. E mais do que isso, é um “5” que marca, distribui a bola, ataca, e faz…gol! Pronto. A volância está resolvida.

Nessa resenha, vou evitar me alongar ou usar expressões de efeito. Apenas busquei uma análise breve. Meu texto se confunde com o
futebol que eu quero do Grêmio. Pouca enrolação, alguma efetividade.

As amostras grátis estão aí. Fui breve e direto. Que assim seja nosso Grêmio ao longo dessa atípica temporada. Diferentemente de minha pessoa, o Imortal pode apresentar muito mais.

Eu sigo aqui, dentro de minha humildade, simplesmente analisando e buscando respostas. Se vierem dentro de campo, com um Renato centrado e buscando o melhor do Grêmio, sensacional. Se Romildo precisar voltar ao vestiário, que volte. Se for sem Renato, sem Romildo, azar.

A instituição GRÊMIO sempre estará acima de seus “idealizadores”, independentemente da época. E isso, estátua nenhuma poderá mudar.

FOTO: LUCAS UEBEL/GREMIO FBPA


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