UM RAIO X DO GRÊMIO

Escrito por em 5 de outubro de 2021

Chapecó: Pra mim segue sendo um goleiro extremamente promissor mas parece viver sua primeira fase de insegurança. Em um contexto normal, poderíamos esperar que ele recuperasse a confiança, mas na atual circunstância, acho que deve ficar em observação nos próximos jogos e se comprometer, Brenno deve assumir a vaga.

Vanderson: Ao contrário do Grêmio que não consegue mostrar regularidade, Vanderson é o jogador mais regular do time, mantendo suas atuações em um nível que vão ao menos de
regulares, até ótimas. Uma pequena dose de lucidez.

Ruan: Nossa dupla de zaga vem sofrendo com um sistema de marcação completamente falho e inútil, expondo os dois zagueiros o tempo inteiro. Muitos consideram que Ruan vive má fase, e na realidade, o time como um todo vem mal, por isso também fica difícil avaliar os zagueiros, que contam com uma marcação coletiva que não funciona. E vale lembrar que o sistema defensivo começa lá na frente, na pressão ao adversário e tem seu ápice no meio campo, ali o adversário precisa ser contido ou ao menos muito bem combatido e atrapalhado, a defesa então fica com o que passar esporadicamente, servindo como último recurso de parar o adversário, mas quando o ataque adversário passa como quer nessa fase do campo (o meio), significa que a defesa estará exposta e dificilmente fará milagre.

Rodrigues: O mesmo vale para o Rodrigues, mas no caso dele existem questões que acho válido destacar. As saídas atrapalhadas ao ataque que não ajudam em nada, bem pelo contrário, fragilizam ainda mais a defesa. E o fato dele sempre se colocar em posição de
cabeceio na bola aérea ofensiva, sendo que ele se mostra péssimo no cabeceio, com péssimas finalizações, sempre sem direção. É aquela máxima, se não sabe fazer, deixa pra quem sabe.

Rafinha: Pouco contribui com o ataque e defensivamente por vezes se mostra um desastre, deixando uma avenida nas suas costas. Para ser justa, é preciso lembrar que ele está improvisado na lateral esquerda e considerando as opções que temos, duvido que alguém
faça algo a mais que ele. Não é de hoje que a torcida implora pela contratação de um lateral esquerdo decente.

Thiago Santos: Um desastre. Implorei que não fosse contratado, só veio comprovar o que eu já sabia. Jogador lento e grosso. Além de não contribuir em absolutamente nada para a construção de jogo (o que hoje é inaceitável), pela lentidão dele, só consegue parar o
adversário na falta, com puxões de camisa ou entradas duras que geram cartões e faltas perigosas. Sequer devia estar no Grêmio, que dirá, no time titular.

Villasanti: Chegou em uma barca furada e está tendo que se adaptar a tudo, ao momento do clube, uma nova cultura e etc. O pouco de lucidez que ainda existe no meio campo é por conta dele. Tem feito partidas regulares, individualmente não consegue chamar a
responsabilidade mas também não vejo que compromete. É esforçado e corre o campo inteiro. Obviamente que pode render mais, mas também é verdade que sofre por falta de companhia.

Douglas Costa: É nossa esperança de uma referência técnica. Mesmo na derrota pude ver evolução em relação a ele mesmo. É um jogador que tenta de todas as formas ajudar mas pra isso precisa estar mais solto e seguro sobre sua condição física. Um porém tem sido as bolas que ele perde e que geram contra ataques. Precisa de sequência e ritmo de jogo. Se conseguirmos escapar do rebaixamento, tenho certeza que muito será por causa dele. Torço pela total recuperação pra que enfim possa jogar sempre e acredito na importância dele.

Alisson: Um jogador a menos em campo. Por vezes chego a esquecer que ele está na partida. Desde o Renato era tido como titular incontestável, apesar dos avisos e das críticas do torcedor comum. Me parece um profissional exemplar, de bom caráter, não tenho nada a reclamar quanto a isso, mas dentro de campo, segue sendo um jogador insuficiente para o Grêmio e sua inacreditável permanência no time titular não possui justificativa.

Ferreira: Uma palavra que define bem o Ferreira é “inconfiável”, por sua postura dentro e fora de campo. O jogador que foi leviano juntamente com seu empresário, com o clube que lhe deu tudo, é a mesma pessoa que em campo desaparece das partidas, some e oscila
mais que vagalume piscando a noite. Considero um espectro de jogador, dessa forma não tem como ser levado a sério e muito menos deve-se confiar nele, nem dentro e nem fora de campo. Admito que por um grave erro da direção, não temos hoje no elenco profissional, um substituto pra ele, mas isso não muda as opiniões citadas anteriormente sobre o jogador. Elias Manoel, hoje na transição, mesmo com pouca experiência merece uma
chance nessa vaga.

Borja: Demonstra inconformidade com o momento e tem sido importante. A bola chega pouco pra ele e apesar de ser bom jogador, não vai conseguir concretizar em gol essa bola quase que única, em todas as partidas. Não considero que ele seja parte do problema nesse momento difícil e quando não está em campo, é nítida a falta que faz.

Felipão: Ninguém nega que houve melhora no rendimento e nos resultados com a chegada dele, ainda que não o suficiente até agora. O próprio Felipão faz questão de frisar isso a cada coletiva, o que sendo sincera, está começando a ficar cansativo de ouvir. O tempo está passando e o time parou de evoluir, por vezes parece até estar involuindo e algumas escolhas, como Alisson na armação do time, não fazem sentido. Parece estar desmotivado


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